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quinta-feira

ALGUNS FUNDAMENTOS DA UMBANDA

Os Fundamentos 


A Umbanda se fundamenta nos seguintes conceitos:
 Um Deus único e superior: Zâmbi, Olorum ou simplesmente Deus..
Em sua benevolência e em sua força emanada através dos Orixás e dos Guias, auxiliando os homens em sua caminhada para a elevação espiritual e social.

Os Orixás.
Seres do Astral superior que representam a natureza e como esta atuam e interagem com os seres humanos. Manifestação Divina.


Os Guias.
Espíritos de Luz e plenitude que veem à Terra para ensinar e ajudar todas as pessoas, encarnadas e desencarnadas.
Guias: Pretos-Velhos, Caboclos, Boiadeiros, Africanos, Baianos, Crianças, Orientais, etc
 
Os Espíritos (generalização).
Seres desencarnados que atuam de várias maneiras no mundo em que vivemos: maneiras positivas (são os Guias da Umbanda; os espíritos de Luz do Espiritismo - Kardecismo). Maneira negativa: espíritos maléficos ou perdidos (os Kiumbas - nome dado na Umbanda); obsessores ou espíritos sem Luz (nome dado no Espiritismo).


A Reencarnação.
Ato natural do cliclo de vida (vida - morte - renascimento); aperfeiçoamento do espírito e do próprio homem.
Consiste na consciência de que várias existências são necessárias para chegar-se ao equilíbrio evolutivo e aos diversos planos da espiritualidade.
A origem dessa consciência é indiana e penetrou em várias religiões ao longo dos séculos: Hinduísmo, Budismo, Umbanda, Candomblé, Espiritismo etc


O Kharma.
Lei reencarnatória à qual todos estamos subordinados; dita a forma e os meios pelos quais será dado o retorno a um corpo material afim de resgatarmos nosso erros (de existências passadas) e  cumprir boas ações (na existência futura).
O Kharma, por vezes, ultrapassa as barreiras temporais da materialidade fazendo com que o espírito cumpra sua passagem pela Terra, não reencarnando mas sim, como um Guia (Preto-Velho, Caboclo, etc; no caso da Umbanda). Ele tem como comprometimento, missão ou provação guiar e ajudar os seres humanos e outros espíritos.
Exemplo em termos genéricos do Kharma:
Uma pessoa A que por pura ganância e egoísmo prejudicou a vida de B colocando-a na sarjeta e levando-a a cometer atos espúrios e em consequência a morte, sendo que B morreu nutrindo  ódio muito grande por A que a prejudicou.
O Kharma que A poderia ter seria vir (reencarnar) como mãe de B. E B, por sua vez, poderia aceitar um Kharma de vir como filho deficiente de A, para que ambos pudessem cumprir seus Kharmas e evoluir e aprenderem juntos o sentido da solidariedade e do amor. 


O Dharma.
De vários modos os Umbandistas em geral vêm o Dharma embutido no Kharma e, por vezes, fazem referências ao Dharma em formas de Kharma e vice-versa. Por isso, eu preferi fazer a referência ao Dharma em separado, ressaltando que não há o Dharma sem o Kharma, mas que ambos têm seu próprio significado. Lei de conduta na qual o espírito já encarnado ou não, tange sua existência a fim de cumprir seus Kharmas. Quando há a quebra do Dharma ou sua deturpação caímos em novos Kharmas.
Exemplo genérico do Dharma:
Utilizando o exemplo acima, teríamos como Dharma de A o cuidado materno que ele teria que dar a B como seu filho, o comprometimento e a atenção.
Já o Dharma de B seria o respeito, a atenção e o carinho que ele teria que dar a A como sua mãe.


A Mediunidade.
O Dom dado por Deus às pessoas para que elas possam interagir com os espíritos, como instrumentos de difusão de força divina através da incorporação (irradiação), da psicografia, da audição, da PES (Percepção Extra-Sensorial), e de outras formas no sentido de, humildemente, servir a Deus e ajudando a todos que necessitem de caridade e no encontro da fé.


O Caminho (ele tem relação com o Dharma e com o Kharma).
Os Umbandistas crêem na caridade, no amor e na fé, como os elementos principais na evolução espiritual e material do Homem em seus vários estágios no Ciclo da vida.
A Umbanda não discrimina nenhuma religião, visto que todas, desde que alicerçadas pelas mãos divinas (e não por interesses econômicos e/ou mesquinhos e materialistas), são válidas na caminhada ao encontro da fé.
Cada pessoa, cada ser humano, deve procurar a Religião que mais o complete; com a qual se identifique nos seus fundamentos, preceitos, doutrina e rituais, ou meramente nos aspectos filosóficos e científicos.


 Fonte: http://www.espiritualismo.hostmach.com.br (convido todos conhecerem esse magnífico trabalho do Irmão (Beraldo Lopes Figueiredo)
Adaptação: Isaias Pintto Hernnandes


O Livre arbítrio
É a capacidade de exercer escolhas, devendo sempre ser respeitada. Ninguém tem o direito de interferir a não ser o Alto, por isso na Umbanda não se praticam amarrações, caso alguém manipule elementos magísticos com intenções escusas estará afrontando a Lei Maior de Deus, o que acarretará novas dívidas.  
Isaias Pintto Hernanndes - Sacerdota Sagrada Umbanda


2 comentários:

  1. Saravá Umbanda.
    Olá
    Eu soube que existem muitas kiumbas que se passam por entidades.. eu gostaria de saber, como é possível diferencia-las.

    Abraços, Axé

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    Respostas
    1. Observando não só seu comportamento, através do gestual do médium irradiado, mas sim sua postura quanto ao Sagrado. Observe que ninguém passa pelos Guardiões sem fundamentos para ali estar. Agora conduta errônea de médiuns mal preparados, desorientados é outro problema. Espiritos inferiores sempre pensam que tentam invadir, mas na verdade estão é sendo atraidos muitas vezes para serem ordenados, orientados e transferidos para outras dimensões de evolução pelos espiritos que para isso atuam. Nenhum Kiumba conseguirá manter-se na mentira por muito tempo e se trai pelo negativismo que porta.

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Muito obrigado pela participação. Deus lhe abençoe.