SEJA MUITO BEM-VINDO À SAGRADA UMBANDA !

" R E L I G I Ã O --- C I Ê N C I A --- A R T E --- F I L O S O F I A --- E --- A M O R "

sábado

BRADOS, ASSOVIOS E GESTOS VIGOROSOS.
























Os caboclos muitas vezes assobiam ou dam aqueles brados maravilhosos, batem fortemente no peito, ações que por suas forças energéticas despertam alguma coisa em nós, mais que mostrar força nós tráz uma carga energética benéfica.
 
Esses sons traduzem sons básicos das forças naturais ,  chamados "Tatwas" , *"Kiai". Estes sons precipitam assim como o estalar dos dedos, um impulso no corpo Astral do médium para direcioná-lo corretamente, afim de liberá-lo de certas cargas que se agregam, tais como larvas astrais, pensamentos dispersos ou negativos. Podemos dizer que seria uma equalização de chegada.
 
Também os assobios, assim como os brados, ou sons graves e guturais emitidos pelos Pais-Velhos, Boaideiros  quando incorporados, são o chamados mantras; cada entidade emite um som de acordo com a linha que trabalha, para ajustar condições especificas que facilitem a incorporação, ou para liberarem certos bloqueios nos consulentes. Estas informações já vem sendo dadas pelos abençoados guias espirituais bem como já citado pelo baluarte Woodrow Wilson da Matta e Silva, médium e escritor brasileiro, fundador da "Escola Iniciática da Corrente Astral do Aumbhandan", a Umbanda Esotérica.



Os Tattwas são uma corrente vital de éter ou de força — os Pranas Hindus — que brotam do sol como um rio contínuo. Este rio é quíntuplo, e flui ao redor de toda a Terra, vitalizando sua substancia astral ou esfera de sensação. Ou seja, os Tattwas são as correntes ou sub-planos da Luz Astral.
Acredita-se que cada Tattwa ou corrente de força existe potentemente durante determinado período de tempo, e que ao final do mesmo desemboca-se no Tattwa seguinte, segundo a ordem dada anteriormente. Quando a corrente de Prithivi se esgota o ciclo volta à Akasa e continua na mesma ordem durante os primeiros períodos de tempo.
Visto que em nosso plano os elementos não podem existir em estado puro, sem se misturar, sem que dentro dele mesmo, senão que dentro de si mesmos contenham os constituintes dos demais (ou de outra maneira, possuem diversos graus ou planos de sua própria substancia), cada Tattwa se subdivide em cinco correntes ou planos. Akasa de Akasa, Espírito de Espírito, seria a forma mais pura ou tênue do elemento em questão, a natureza integral do espírito — sua essência mais elevada. 
Vayu de Akasa se referiria a sua qualidade aérea; Tejas de Akasa, seu aspecto fogoso e dinâmico; Apas de Akasa, é a sua fase fluídica e aquática, ainda que Prithivi de Akasa, seria sua fase mais terrestre, o aspecto de seu poder que mais estreitamente entre os demais está em contato com a terra. 
A mesma divisão quíntupla, na mesma ordem, se aplica igualmente aos demais elementos. 

Resumindo amigos, Akasa = Espírito, Tejas = Fogo, Apas = Água, Vayu  = Ar, Prithivi = Terra.




* Kiai  é um termo de artes marciais japonesas que se refere à exteriorização da energia corporal, que nasceria desde o baixo ventre, ou saika tanden = ponto focal importante para técnicas internas de meditação, localizado aproximadamente cinco centímetros abaixo do umbigo. Partindo-se do exemplo dado pela natureza, a mostrar que todos têm um grito de força, principalmente os grandes felinos. A manifestação pode se dar em três momentos: no início de uma atividade; durante sua realização; ou a seu fim. No Karatê, é manifestado com um grito proferido na aplicação de um golpe e em determinados momentos, ou kyodos (é termo que designa os passos dados na execução de um Kata = Luta imaginária com sequência pré definida).






sexta-feira

ORIXÁ XANGÔ


ORIXÁ  XANGÔ  ( AGANJU    agodô )


JUSTIÇA E EQUILIBRIO

A justiça é a virtude de dar a cada um aquilo que é de seu merecimento. Deus é justo e gera tudo com equilíbrio. 

No sentido da justiça todos nós temos os mecanismos mentais necessários para desenvolvermos condutas equilibradas e adquirirmos posturas pessoais sensatas e racionais, anulando nossa emotividade e nosso instinto primitivo. 

Para isso, somos dotados de livre-arbítrio, quando encarnados.
 
A qualidade da Justiça Divina, equilibradora, é manifestada pelo orixá Xangô, que purifica nossos sentimentos com sua irradiação incandescente, abrasadora e consumidora das emotividades. 

Xangô é a força coesiva que dá sustentação a tudo. Ele está na Natureza como o próprio equilíbrio, tanto na estrutura de um átomo quanto no Universo e em tudo que nele existe.

Quem absorve a qualidade de pai Xangô, torna-se racional, ajuizado, ótimo equilibrador do seu meio e dos que vivem a sua volta. 

A escolha racional nos leva ao equilíbrio da alma, pelo conhecimento da lei que nos rege e nos diz o que é certo e o que é errado na vida. 

Essa Lei não é cega nem falível, pois se ensinarmos errado, seremos colhidos por ela, que exige muito de quem conhece os mistérios da razão. 

Mas, se trilharmos no equilíbrio da Lei, iremos adquirir uma Fé inabalável no que fazemos e no que falamos e nada será feito ou dito em vão; tudo terá sua razão de ser. 

É isso que faz com que aqueles que já adquiriram o seu equilíbrio e se tornaram conhecedores da Lei sacrifiquem-se em benefício dos semelhantes, sem nada esperar em troca. 

Tudo se resume em servir a sua família, ao seu círculo familiar, à sua comunidade, tanto civil quanto religiosa, a servir a Deus.

Quanto às pessoas instintivas, não desenvolveram os sensos de Justiça e a vida delas se resume a uma permanente busca de satisfação pessoal, mesmo que à custa dos semelhantes. 

Uma pessoa instintiva costuma procurar essa satisfação em todos os sentidos da vida e tudo tem de ser para ela e por ela, senão se sentirá preterida ou injustiçada e torna-se intolerante e mesquinha.

A emotividade não suporta nenhum tipo de contrariedade, levando-nos a ver qualquer ação refreadora como ofensa pessoal, por isso deve ser contida pelo sentido equilibrador da Justiça. 

Assim, não nos tornamos pessoas que se sentem injustiçadas pelos semelhantes, inferiorizadas, abandonadas, traídas e menosprezadas. 

Nossa emotividade e nosso instinto primitivo devem ser transmutados lentamente em senso, em razão e equilíbrio, senão nos tornamos egoístas, possessivos, vingativos, intransigentes e intolerantes com nossos semelhantes e conosco.

Quando se torna um equilibrador de seus semelhantes é porque descobriu o sentido da vida.


Que Pai Xangô nos equilibre a todos!
Salve nosso Pai Xangô!   Kaô cabelice ! Significa:  "Venham Ver o Rei !


XANGÔ
Xa= Senhor, dirigente
Angô= Raio, fogo, alma

Xangô= Senhor do Raio, Senhor das Almas ou Senhor Dirigente das Almas 

São Jerônimo um Santo Católico é utilizado para sincretizar Orixá Xângo Agodô = Rei da Cachoeira, Senhor da Justiça, Rei das Pedreiras, dos Raios e Trovões e das Forças da Natureza. 

 
Xangô é um Orixá bastante popular no Brasil e às vezes confundido como um Orixá com especial ascendência sobre os demais, em termos hierárquicos. Essa confusão acontece por dois motivos: em primeiro lugar, Xangô é miticamente um rei, alguém que cuida da administração, do poder e, principalmente, da justiça - representa a autoridade constituída no panteão africano.

Ao mesmo tempo, há no norte do Brasil diversos cultos que atendem pelo nome de Xangô. 

No Nordeste, mais especificamente em Pernambuco e Alagoas, a prática do candomblé recebeu o nome genérico de Xangô, talvez porque naquelas regiões existissem muitos filhos de Xangô entre os negros que vieram trazidos de África. 

Xangô um Orixá com peso, íntegro, indivisível, irremovível; com tudo isso, é evidente que um certo autoritarismo faça parte da sua figura e das lendas sobre suas determinações e desígnios, coisa que não é questionada pela maior parte de seus filhos, quando inquiridos. 

Suas decisões são sempre consideradas sábias, ponderadas, hábeis e corretas. 

Ele é o Orixá que decide sobre o bem e o mal. Ele é o Orixá do raio e do trovão. 

Na África, se uma casa é atingida por um raio, o seu proprietário paga altas multas aos sacerdotes de Xangô, pois se considera que ele incorreu na cólera do Deus. Logo depois os sacerdotes vão revirar os escombros e cavar o solo em busca das pedras-de-raio formadas pelo relâmpago. Pois seu axé está concentrado genericamente nas pedras, mas, principalmente naquelas resultantes da destruição provocada pelos raios, sendo o Meteorito é seu axé máximo. 

Xangô tem a fama de agir sempre com neutralidade. Seu raio (Força) e eventual castigo são o resultado de um quase processo judicial, onde todos os prós e os contras foram pensados e pesados exaustivamente.

Seu Axé, portanto está concentrado nas formações de rochas cristalinas, nos terrenos rochosos à flor da terra, nas pedreiras, nos maciços. Suas pedras são inteiras, duras de se quebrar, fixas e inabaláveis, como o próprio Orixá. 

O símbolo do Axé de Xangô é uma espécie de machado estilizado com duas lâminas, o Oxé, que indica o poder de Xangô, corta em duas direções opostas. O administrador da justiça nunca poderia olhar apenas para um lado, defender os interesses de um mesmo ponto de vista sempre. 

Numa disputa, seu poder pode voltar-se contra qualquer um dos contendores, sendo essa a marca de independência e de totalidade de abrangência da justiça por ele aplicada. 

Tudo que se refere a estudos, as demandas judiciais, ao direito, contratos, documentos trancados, pertencem a Xangô. 

Xangô também gera o poder da política. É monarca por natureza. 

No dia-a-dia encontramos Xangô nos fóruns, delegacias, ministérios políticos, lideranças sindicais, associações, movimentos políticos, nas campanhas e partidos políticos, enfim, em tudo que gera habilidade no trato das relações humanas ou nos governos, de um modo geral. 

Xangô é a ideologia, a decisão, à vontade, a iniciativa. É a rigidez, organização, o trabalho, a discussão pela melhora, o progresso social e cultural, a voz do povo, o levante, à vontade de vencer. Também o sentido de realeza, a atitude imperial, monárquica. É o espírito nobre das pessoas, o chamado “sangue azul”, o poder de liderança.

Para Xangô, a justiça está acima de tudo e, sem ela, nenhuma conquista vale a pena; o respeito pelo Rei é mais importante que o medo.
A finalidade principal desta linha é fazer caridade, implantando a justiça e os sentimentos que lhe são entregues. 

Sua essência é ígnea, manifesta-se nas montanhas rochosas, pedreiras e energiza a estabilidade constante vibrando na musculatura e na razão. 

É cultuado nas montanhas e pedreiras e aceita como oferenda cerveja preta, melão, abacaxi, rabada de boi e é firmado com velas brancas e marrons.

Simbolizado pela cor marrom e figurativamente pelo desenho de um machado com dois cortes. Irradia justiça e racionalidade, flui resignação, obediência e submissão. 

Xangô exerce uma influêcia muito forte em seu filho. Todos os Orixás, evidentemente, são justos e transmitem este sentimento aos seus filhos.

Entretanto, em Xangô, a Justiça deixa de ser uma virtude, para passar uma obsessão, o que faz de seu filho um sofredor, principalmente porque o parâmetro da Justiça é o seu julgamento e não o da Justiça Divina, quase sempre diferente do nosso, muito terra. Esta análise é muito importante.

O filho de Xangô apresenta um tipo firme, enérgico, seguro e absolutamente austero. Sua fisionomia, mesmo a jovem, apresenta uma velhice precoce, sem lhe tirar, em absoluto, a beleza ou a alegria. Tem comportamento medido. É incapaz de dar um passo maior que a perna e todas as suas atitudes e resoluções baseiam-se na segurança e chão firme que gosta de pisar. 

É tímido no contato mas assume facilmente o poder do mando. É eterno conselheiro e não gosta de ser contrariado, podendo facilmente sair da serenidade para a violência, mas tudo medido, calculado e esquematizado. 

Acalma-se com a mesma facilidade quando sua opinião é aceita. Não guarda rancor. A discrição faz de seus vestuários um modelo tradicional. 

Quando o filho de Xangô consegue equilibrar o seu senso de Justiça, transferindo o seu próprio julgamento para o Julgamento Divino, cuja sentença não nos é permitido conhecer, torna-se uma pessoa admirável. 

O medo de cometer injustiças muitas vezes retarda suas decisões, o que, ao contrário de lhe prejudicar, só lhe traz benefícios. O grande defeito dele é julgar os outros. Se aprender a dominar esta característica, torna-se um legítimo representante do Homem Velho, Senhor da Justiça, Rei da Pedreira. 

Por falar em pedreira, adora colecionar pedras. 

HISTÓRIA DO SANTO CATÓLICO SÃO JERÔNIMO, sincretizado com Xangô no Brasil, nasceu de uma família abastada, provavelmente no ano 331, na cidade de Stridova, entre a Croácia e a Hungria.Estudou em Roma, especializando-se na arte da oratória. 

Como sua juventude fora dedicada à vida mundana, Jerônimo tardou seu batizado e, em carta ao papa, ele vislumbrou para si um batismo de fogo no qual suas máculas seriam queimadas. Após ter copiado dois livros de Santo Hilário, ele decidiu estudar teologia. Mas sua leitura favorita continuava a ser a literatura dos grandes legisladores e oradores, como Cícero.

Aos 43 anos, ele esteve muito doente e permaneceu muito tempo acamado, durante a Quaresma, jejuou e teve visões, vendo-se diante do trono do Senhor.
Resolve dedicar-se a uma vida monástica, isolando-se no deserto de Marônia, na Síria. Livros, penas e nanquim são seus companheiros. 

Para combater a pensamentos impuros, pegava uma pedra e batia em seu peito, punindo-se, logo após voltava a escrever em hebraico, onde se tornou mestre nessa língua. 

O sincretismo entre Xangô e São Jerônimo está no temperamento forte, crítico e na medida que ambos são conhecedores de leis e mandamentos. Xangô tem como lugar as pedreiras. 

Sua imagem é representada por um ancião sentado sobre as pedras, segurando a tábua dos 10 Mandamentos e com um leão ao lado. 

O Filho de Xangô não conhece o medo. Essa é uma característica herdada do pai Xangô, entidade mais forte. São dele a força, o poder e a capacidade de fazer e desfazer todas as coisas. 

Mas ele não age sem uma boa razão: Xangô tem um senso de justiça muito acentuado. 

Exige exclusividade, mas nunca consegue resistir a uma aventurazinha. 

Ousados e cheios de iniciativa, quando se apaixonam, fazem o impossível para conquistar o ser amado. 

São diretos, sem rodeios, vão logo ao que interessa.
Atrevidísssimos, não descansam enquanto não conseguem o que querem. 

Xangô é o próprio Fogo, energia inesgotável, devastadora. 

Ninguém fica imune ou indiferente à sua passagem.

Não há como ignorar a pompa e a altivez dessa Energia.



HOMENAGEM  A    XANGÔ AGANJU


No Brasil, Xangô Aganju é considerado uma "qualidade" de Xangô enquanto dono das Leis e das Escritas e padroeiro dos intelectuais, em contraste com Xangô Agodô (o Xangô mais velho, ou o Xangô propriamente dito), que é principalmente o Orixá da Justiça e do Equilíbrio. 
 
Xangô Aganju é sincretizado com
São José (festa em 19 de Março) ou São Miguel Arcanjo. 


Após as Homenagens a Xangô Aganju, em nossa gira festiva na data comemorativa, segue normalmente as atividades conforme caléndário de trabalho.


Aganju é o Orixá da terra inculta, Senhor do Vulcão, o Senhor das Cavernas, O Barqueiro Divino, doador de força e de saúde. Aganju é o transportador da carga ( Membros do corpo como os ombros e as costas pertencem a Aganju) é o defensor dos menos favorecidos, oprimidos e escravizados.  Nos tráz força de vida que ajuda superar os obstáculos e faz o impossível. 

Aganju fornece acesso ao reino do desconhecido Aganju é o governnte que proporciona acesso a todas as áreas inexploradas, inacessiveis, governante que proporciona acesso a climas hostis e potencialmente hostil à existência humana deserto, floresta, Ártico, Antártico, a altura das montanhas, grutas, cavernas, abismos,minas, etc. 
Aganju pode ser traduzido como: Agan = estéril, ju = deserto, ou mais precisamente como: local desconhecido, inexplorado, desabitado. 

Todos os lugares onde só os mais cordiais e / ou sobrevivem pessoas melhor preparadas. Aganju se encontra nas profundezas do oceano, nas profundezas do espaço, na energia que não foi explorada, na compreensão da mente e da emoção. 
 
Aganju é o guardião o canal através do qual profundidades inexplicáveis das emoções humanas são vividas e expressas, (boca e garganta são Aganju). Obscuro, intestino com distúrbio doloroso, absurdo e irracional, medos paralisantes são do ambito de Aganju, é através de Aganju que aprendemos a superar nossos medos. 

Quentes emoções perigosas, mortal, incontrolados e incontroláveis é Aganju; e por meio de Aganju que aprendemos a canalizar e redirecioná-las. 

Aganju tem uma estreita relação com Oxum.
Eles estão ligados de diversos modos: pela emoção Aganju é a profundidade da emoção em estado bruto, encarnação grosseiro rude. Enquanto Oxum é a profundidade da emoção em sua comovente, doce / amargo doce encarnação. 
Aganju explora, supera e vence o rio acima, Oxum promove o comércio e as relações sociais, pelos mesmos meios. 
Aganju supera barreiras e obstáculos para ver o que está do outro lado. Oxun planta a cultura e traz à luz da civilização.

Na mitologia Yorubá Aganju é o proprietário do rio. E o deu para Oxum. Houve um tempo em que Oxum não tinha lugar para viver. Nenhum outro Orixá lhe ajudaria. Aganju viu que Oxum necessitava de ajuda. Então ele deu o rio a ela como lar. 

Aganju é a abertura a novas possibilidades inexploradas, inesperado. 

Aganju é a abertura do todas as riquezas do mundo. As riquezas minerais de minas terrestres e a mineração de todos os tipos pertencem a Aganju (mas é através da tecnologia de Ogun que a humanidade pode acessá-la e buscá-la). 

Aganju é o desafio, a luta de impedir, e desejo que leva para superá-los. Aganju é primordial e não - o homem do fogo de todos os tipos, o Sol e outras estrelas e cometas. 

Um dos nomes do louvor a Aganju é Irawo, que pode ser traduzido como uma estrela. 

O fogo nas entranhas da terra, geotérmica, gêiseres, fontes termais, etc. Vulcões (Oke onime, Montanhas de Fogo) é um símbolo importante de Aganju.
 
Vulcões, conforme definido pelo World Book Encyclopedia são aberturas "terra superfície através da qual os gases de lava quente e fragmentos de rocha explodem.
Os mitos o descrevem como “O Gigante entre os Orixás".
Aganjú representando os raios solares. 
Aganju é a força que, como o Sol, que é um de seus símbolos, é essencial para o crescimento, assim como um cultivador das civilizações.

Como o vulcão com que é associado, ele forma a base sobre a qual as sociedades são construídas. 

Nos mitos, Aganju é às vezes tratado como uma divindade primordial, associado à terra (em oposição à água) é  as montanhas e vulcões. 

Mitologia em algumas Nações do Candomblé diz: "Do consórcio de Obatalá, o céu, com sua esposa, a terra, nasceram dois filhos: Aganju, a terra firme, e Iemanjá, as águas. Da união com Aganju, Iemanjá deu à luz a Orungã, o ar, o espaço entre a terra e o céu."

XANGÔ AGANJU ELE É O SENHOR DOS VULCÕES E MONTANHAS E É UM ORIXÁ PRESENTE NA CRIAÇÃO DA TERRA







segunda-feira

PODERES EXTRA-SENSORIAIS - Via www.espiritualismo.hostmach



OS PODERES EXTRA-SENSORIAIS
ÍNDICE:
04.01 - TELEPATIA
04.05 - PSICOMETRIA
04.06 - PSICOCINÉSIA
04.07 - TELECINÉSIA
04.09 - PRECOGNIÇÃO
04.11 - RADIESTESIA
04.12 - SEXTO SENTIDO
04.13 - ÍNDIGOS
04.14 - VISÃO REMOTA



Fenômenos anímicos - São aqueles que só dependem do dote do sensitivo, encarnado, e de suas energias biopsíquicas. Também são ditos fenômenos psíquicos. São considerados os seres evoluídos, cuja percepção passa a ser ATIVA, voluntária, desperta pela vontade própria. Abertura e ativação dos chakras.
 (ver animismo)

PES: É a abreviatura de "Percepção Extra-Sensorial", expressão criada por Rhine, em 1934, para designar a faculdade manifestada em alguns fenômenos, notadamente na área de PSI-GAMA, tais como Telepatia, Clarividência e Precognição e outros.

Um dos fatores para o desenvolvimento do PES de forma ativa, é o desenvolvimento espiritual. Processo que anatomicamente se percebe pela ativação dos chakras.
 Já a mediunidade é passiva, pois a condução se dá por estímulos externos (espíritos desencarnados). Existe o mediunismo-anímico que a união dos dois fenômenos.
Clarividência


04.01 – TELEPATIA:
 
Em telepatia, as refinadas vibrações dos pensamentos do indivíduo transmissor propagam-se através de vibrações sutis do éter existente no astral; a seguir através do éter mais grosseiro da Terra, criando ondas elétricas que, por sua vez, se transformam em ondas de pensamento na mente do indivíduo receptor. Isto é possível aos yogues muito adiantados, que entram em Samadhi.
 
Telepatia [do grego têle + pat- + -ia] - Transferência de pensamentos e emoções de pessoa para pessoa, sem o emprego dos sentidos conhecidos. Kardec usou a expressão telegrafia humana, significando a comunicação à distância entre duas pessoas vivas, que se evocam reciprocamente. Esta evocação provoca a emancipação da alma, ou do Espírito encarnado, que vem se manifestar e pode comunicar seu pensamento pela escrita ou por qualquer outro meio.

Telepatia s.f. Comunicação de pensamentos, sentimentos ou conhecimentos de uma pessoa para outra, sem o uso dos sentidos da audição, da visão, do olfato, do paladar ou do tato. A telepatia é às vezes chamada leitura da mente ou transmissão de pensamento. Alguns cientistas acreditam que nem a distância nem o tempo afetam a telepatia. Desta forma, os pensamentos de uma pessoa poderiam ser recebidos por outra pessoa até mesmo de um país para outro. A telepatia acha-se sob investigação científica, e sua existência é ainda questão aberta.

AS PESQUISAS DE CAMILLE FLAMMARION
O astrônomo C. FLAMMARION fez um sério estudo dos fenômenos de telepatia (ou telestesia como preferia denominar), isto é, "ser advertido, por uma sensação qualquer, de uma coisa que se passa ao longe".

(Ver: Psicometria)
Os Espíritos podem comunicar-se, estando completamente despertos os corpos. 
O Espírito não se acha encerrado no corpo como numa caixa; irradia por todos os lados. 
Segue-se que pode comunicar-se com outros Espíritos, mesmo em estado de vigília (acordado), se bem que mais dificilmente.
[O LIVRO DOS ESPÍRITOS  - página 229 questão 420]

Sendo o teledinamismo a ação de forças que atuam, a distância, cumpre-nos esclarecer que, no fenômeno das comunicações, muitas vezes entram em jogo as ações teledinâmicas, imprescindíveis a certas expressões do mediunísmo.
[O CONSOLADOR - página 33] - Emmanuel - 1940

O pensamento exterioriza-se e projeta-se, formando imagens e sugestões que arremessa sobre os objetivos que se propõe atingir.
Quando benigno e edificante, ajusta-se às Leis que nos regem, criando harmonia e felicidade, todavia, quando desequilibrado e deprimente, estabelece aflição e ruína. 
A química mental vive na base de todas as transformações, porque realmente evoluímos em profunda comunhão telepática com todos aqueles encarnados ou desencarnados que se afinam conosco.
[NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE  - página 186 ] - André Luiz

O intercâmbio do pensamento é movimento livre no Universo. Desencarnados e encarnados, em todos os setores de atividade terrestre, vivem na mais ampla permuta de idéias. Cada mente é um verdadeiro mundo de emissão e recepção e cada qual atrai os que se lhe assemelham.
Os tristes agradam aos tristes, 
os ignorantes se reúnem, 
os criminosos comungam na mesma esfera, 
os bons estabelecem laços recíprocos de trabalho e realização.
[MISSIONÁRIOS DA LUZ  - página 53] - André Luiz -  1943

Os bons ou maus pensamentos do ser encarnado afetam a organização psíquica de seus irmãos na Terra, aos quais sejam dirigidos.
Os bons pensamentos produzem sempre o máximo bem sobre aqueles que representam o seu objetivo, por se enquadrarem na essência da Lei única, que é o Amor em todas as suas divinas manifestações; 
os de natureza inferior podem afetar o seu objeto, em identidade de circunstâncias, quando a criatura se fez credora desses choques dolorosos, na justiça das compensações. Os corações que oram e vigiam, realmente, de acordo com as lições evangélicas, constroem a sua própria fortaleza, para todos os movimentos de defesa espontânea.
Sobre todos os feitos dessa natureza, todavia, prevalece a Providência Divina, que opera a execução de seus desígnios de eqüidade, com misericórdia e sabedoria.
[O CONSOLADOR  - página 44] - Emmanuel - 1940




04.02 – CLARIVIDÊNCIA:
 
Para os rosacruzes, a palavra clarividência significa a faculdade de ver nos mundos suprafísicos (invisíveis para a visão física). Acredita-se que é uma faculdade existente em cada ser humano, mas em estado latente (adormecida) na maioria das pessoas e que é ativada por meio de exercícios que colocam em vibração a glândula pineal e a hipófise; e será eventualmente possuída por todo ser humano no desenvolvimento futuro da humanidade, a par com o desenvolvimento espiritual de cada indivíduo.

Literalmente, clarividência quer dizer “ver claro”.
Segundo C.W. Leadbeather, existem 3 secções do gêneros da clarividência:

04.2.1 – Clarividência Simples: - Um mero abrir da visão podendo o possuidor capaz de ver entidades astrais ou etéricas que estejam em sua volta.

04.2.1.1 - Clarividência Simples completa: tratemos primeiro da visão etérica.

Esta consiste simplesmente de vibrações maiores que as físicas, mas as pessoas comuns são cegas a ela.

A alteração mais flagrante que é produzida nos objetos inanimados, pela aquisição desta faculdade, é que na maioria deles se torna transparente, devido a diferença do comprimento da onda em algumas vibrações em que o indivíduo acaba de se tornar sensível: “ Ver através de um muro de pedra”.

Um muro de pedra, parece não ter maior consistência de que uma névoa ligeira. Por isso ele vê o que se passa ao quarto do lado, pode descrever o conteúdo de uma caixa fechada, ler uma carta sem abrir o envelope, ler livros (no caso usando a visão astral).
Uma curiosidade de quem tem esta visão é que a terra onde caminha de uma certa forma se torna transparente alguns metros abaixo, podendo ver formigueiros, roedores, exatamente como se estivesse olhando um lago de água límpida e cristalina.

Porém na visão etérica não podemos ver a uma certa distância, como se fosse uma névoa que vai desaparecendo a medida que nos distanciamos.

No aspecto animado, podemos ver órgãos internos trabalhando, os chakras, com prática diagnosticar doenças. Embora a visão tem escalas pode-se ver várias criaturas que vivem no plano etérico.
Já a visão astral se estende ao plano astral, e podemos ver os seres elementais que vivem neste plano. Conhecidos na literatura como fadas, gnomos, salamandras, são conhecidos como espíritos da natureza.

A visão etérica opera através da visão física, já a visão astral opera por meio do chakra frontal.

O fato curioso é o grau de damos a esta visão penetrando lentamente nas folhas de um livro lendo folha por folha, essa regulagem é feita pela mente.

Portanto a visão astral, permite ver a aura humana, a visão etérica permite ver o duplo etérico. O duplo é mais físico do que espiritual, sede dos chakras, enquanto que a Aura tem a ver com os sentimentos, pensamentos, do indivíduo.

A aura astral só revela o momento em que o indíviduo está vivendo, mas pelo arranjo total revela quem é o indivíduo, é um turbilhão de cores no qual se aprende a ler e conhecer as pessoas. Raiva, ódio, maldade tem cores. Amor, paz, bondade tem outras cores.


04.2.1.2 - Clarividência Simples Parcial: – Existem indivíduos que possuem a clarividência temporário, ou mediante condições especiais (drogas, remédios, transe hinótico, etc), outros atêm uma vez ou duas em toda sua vida. Existem tantas variantes quanto ao nível ou duração de uma clarividência que fica impossível criar uma tabela.



 

04.2.2 – Clarividência no Espaço:
- Permite ao seu possuidor de ver acontecimento distantes, afastados do vidente no espaço, podendo estar distantes ou ocultos. Conhecida também por Clarividência Viajora.

04.2.3 – Clarividência no Tempo: - Permite ao seu possuidor poder ver objetos ou acontecimentos passados ou futuros 




04.03 – CLARIAUDIÊNCIA:
 
Faculdade de ouvir sons extrafisicos. É o fenômeno em que se ouvem sons que ocorrem fora dos ouvidos físicos, por se darem a distância ou através de obstáculos que impedem a transmissão do som. Os Chackras responsável pelo desenvolvimento da Clariaudiência, estão na garganta (Laríngeo), chakras médios localizados no ouvido.

“Cada pessoa pode, pelo treinamento, tornar-se clariaudiente até certo ponto, pelo menos. A clariaudiência está governada por regras semelhantes àquelas esboçadas para a clarividência.
  
Nos recém-nascidos, a audição é o primeiro sentido adquirido, depois o tacto, em seguida a visão. Observe isto, porque tem relação com o desenvolvimento espiritual. Há um velho dito hermético que diz: “Tal como em cima, tal é em baixo; assim como é em baixo, tal é em cima” e a experiência ensina-nos a verdade disto em ambos os sentidos, exotérico e esotérico.
  
Muitos pensam que se eles ouvem o que é conhecido nos círculos espiritualistas como voz direta, eles estão obtendo uma mensagem clara e pura dos seus amados no mundo espiritual, porque nenhum instrumento humano é utilizado. Mas isto não é assim, pois a voz percebida pelo assistente, embora aparentemente não tenha conexão com o físico, é de fato produzida pela garganta e órgão vocais etéricos do médium. Assim, a voz directa, embora percebida por um sentido físico e aparentemente não relacionada com os órgãos da fala, necessita do corpo etérico do médium, a fim de produzir som, e pode, dessa forma, ser matizada pela mentalidade do médium ou animista.
  
Nesses casos, o centro laríngeo (Chakra) do médium ou animista é utilizado. Este centro está imediatamente relacionado com a clariaudiência. Você pode testar quando estiver meditando. Concentre-se no seu centro laríngeo (Chakra) e você se surpreenderá escutando, e quando tiver aprendido o poder do silêncio, a quietude do espírito, ficará maravilhado em descobrir que sua audição espiritual se intensificou.

À parte da clariaudiência do tipo etérico já aludida, consideremos a clariaudiência espiritual, o poder de ser receptivo aos sons sagrados ou vibrações do mundo do espírito puro. Todos podem se tornar receptivos à voz do espírito puro. Ela fala como pequenina e tranquila voz interior, a voz da consciência.

Vocês não acham estranho que embora vocês todos almejem ouvir a voz do espírito, provavelmente a última coisa que querem ouvir é a voz da consciência? Vocês, com muitas desculpas, silenciam-na, mas, amadas crianças, em escutar essa voz se fundamenta o caminho verdadeiro para a clariaudiência, ou “claro ouvir”.

Quanto mais severos vocês sejam consigo, com o eu exterior, a mente externa, subjugando a personalidade de modo a que a voz interior ou a voz da consciência possa ser ouvida, mais rapidamente vocês progredirão à clariaudiência.

Vocês poderiam se considerar como uma caixa de ressonância capaz de responder às vibrações dos mundos elevados. A mente pode interpretar o som de dentro do silêncio, que vem a vocês do mundo do espírito puro, e do mundo astral elevado. O primeiro passo é aprender a escutar. Não tema, ignore ou silencie aquela voz interior. Admita-a, receba-a com alegria. Admita-a mesmo quando ela lhe diga que você está errado. Seja grato ao fato de que você possa reconhecer a voz da consciência, pois através dela você desenvolverá uma caixa de ressonância tão genuína que ouvirá os anjos cantarem!
  
As coisas espirituais podem ser ouvidas com os ouvidos físicos? – vocês perguntam. Nós dizemos: vocês ouvirão dentro de suas gargantas e de suas cabeças. É difícil comunicar o que querermos dizer, mas a voz, os sons, as harmonias tornar-se-ão eventualmente mais definidos até que os sons do plano físico. É possível para vocês, quando ainda na carne, serem tão elevados em consciência de modo a ouvirem claramente as melodias dos planos mais elevados e, enquanto estiverem nesse estado, estarem surdos aos ruídos no plano físico.
  
Pode lhes interessar saber que os pensamentos podem ser, de fato, ouvidos, porque eles geram uma vibração no plano mental da vida. No mundo oculto, em todos os graus do plano astral, um pensamento produzido será captado instantaneamente pelo auxiliar do discípulo determinado. Um pensamento seu para o seu guia será verdadeiramente ouvido.”

ESPIRITISMO:
Clariaudiência Mediúnica segundo a Doutrina Espírita é a faculdade mediante a qual o médium ouve vozes, sons, palavras, ruídos, sem a utilização do sentido da audição física, que estão além da percepção normal de nossa audição física comum.
Quase sempre desperta em médiuns que já manifestaram a clarividência. Como essas impressões sonoras não são transmitidas aos órgãos auditivos físicos, o médium tem a impressão de que ouve dentro do cérebro. No meio espírita é também chamada simplesmente de audição.


 
04.04 – CLARIOLFATISMO:
 
Faculdade de sentir cheiros que não existem no plano físico, cheiros distantes que navegam nas correntes astrais. Os odores sentidos geralmente indicam a sintonia espiritual. Desta forma se são agradáveis, indicam a presença de espiritos alegres, felizes. Se são fétidos, indicam a presença de espíritos desequilibrados.
Dentro do Espiritismo temos a seguinte observação:
"o perispírito, a refletir-se na aura, caracteriza-se, também, por odor particular. No plano espiritual, existem regiões infestadas de miasmas pestilentos, a exalarem odores tão fétidos, proveniente dos próprios perispíritos de seus habitantes, que os tornam quase insuportáveis para os Espíritos mais sensíveis. Estes odores não se confundem com aqueles oriundos da manipulação ectoplásmica. "

[PERISPÍRITO – 2a Edição Revista e Ampliada – Zalmino Zimmermann - página 58]




04.05 – PSICOMETRIA:
 
Fenômeno anímico, de tocar em objetos e sentir suas vibrações, a manifestação pode ser visual, auditiva, olfativa ou pressentimento. Um poder psiquico que permite adivinhar fatos segurando objetos. Achar pessoas desaparecidas segurando suas roupas. Sentir o sabor daquilo que toca na boca (paladar).

Chakras usados: Palma das mãos combinado com o coronário, neste caso existe uma variante, quando envolve os outros sentidos, os chakras grandes no ouvido, língua as vezes são envolvidos.

ESPIRITISMO:
Esta forma especial de vidência se caracteriza pela circunstância de desenvolver-se no campo mediúnico uma série de visões de coisas passadas desde que seja posto em presença do vidente um objeto qualquer ligado àquelas cenas.

[MEDIUNIDADE - Edgard Armond - 3ª edição LAKE - página 57]


Os objetos, mormente os de uso pessoal, têm a sua história viva e, por vezes, podem constituir o ponto de atenção das entidades perturbadas, de seus antigos possuidores no mundo; razão por que parecem tocados, por vezes, de singulares influências ocultas, porém, nosso esforço deve ser o da libertação espiritual, sendo indispensável lutarmos contra os fetiches, para considerar tão-somente os valores morais do homem na sua jornada para o Perfeito.

[O CONSOLADOR – 23a. edição - Francisco Cândido Xavier - página 90] - Emmanuel - 1940

Faculdade que permite captar a história e o estado atual, tanto de seres vivos, como dos objetos inanimados e, também, por vezes, os ambientes e outros elementos externos ligados à sua existência.

[PERISPÍRITO – 2a Edição Revista e Ampliada – Zalmino Zimmermann - página 207]

O objeto conserva as formas-pensamento de quem o possuiu. O objeto é animado pelas reminiscências que reavivam no tempo, através dos laços espirituais que ainda sustentam em torno do círculo afetivo que deixaram. O objeto fica envolvido pelas correntes mentais daqueles - encarnados ou desencarnados - que ainda se apegam a ele. Se estivéssemos interessados em conhecer esses companheiros e encontrá-los, um objeto nessas condições seria um mediador para a realização de nossos desejos. Isto é, podemos usar, para isso, alguma coisa em que a memória deles se concentram. Tudo o que se nos irradia do pensamento serve para facilitar essa ligação.

O pensamento espalha nossas próprias emanações em toda parte a que se projeta. Deixamos vestígios espirituais, onde arremessamos os raios de nossa mente.

Quando libertados do corpo denso, aguçam-se-nos os sentidos e, em razão disso, podemos atender, sem dificuldade, a esses fenômenos, dentro da esfera em que se nos limitam as possibilidades evolutivas. Isto é, não dispomos de recursos para alcançar o pensamento daqueles que se fizeram superiores a nós, o pensamento deles vibra em outra freqüência.

[NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE – 22a edição - Francisco Cândido Xavier André Luiz - páginas 243 / 4 ]



04.06 - PSICOCINESIA:
Fenômeno anímico de mover objetos (perto de si sobre a ação das mãos, olhos do operador), levitação, auto-levitação que pode ser voluntário ou involuntário. Concentração de energia consciencial, imantação do objeto alvo.
Os fenômenos considerados objetivos passaram a se chamar yk (psi-kapa) ou psicocinéticos,
enquanto que os subjetivos tornaram-se yg (psi-gama) e mais tarde, vieram a ser ditos percepções extra sensoriais, ou, simplesmente ESP (abreviatura do inglês).

Os EUA estiveram representados por Joseph Banks Rhine, na época, professor da Ducke University, que levou a idéia para seu país e lá passou a ser considerado como o pai da Parapsicologia sem o ser.
·   Os fenômenos psi-gama também são ditos mentais
·   e os psi-kapa físicos.
ESPIRITISMO:
Mais tarde, com a descoberta de que também existiam fenômenos_produzidos_por_desencarnados (MEDIÚNICOS), seus pesquisadores deram a eles o nome de yq (psi-théta), como todos sabem, psi do termo psikê (alma) e théta de thanatus - morto -, com o que a nomenclatura passou a ter duplicidade de definição, porque também os desencarnados são capazes de produzir efeitos físicos e fenômenos personalísticos (os mentais).
A Parapsicologia esteve muito em voga, contudo, com as descobertas no campo físico da existência de um outro domínio - possivelmente o espiritual - de agentes estruturadores, os estudos parapsicológicos passaram a ficar altamente comprometidos, motivo por que carecem de uma reestruturação total.





04.07 - TELECINESIA:
 
Fenômeno anímico de mover objetos a grandes distâncias. Concentração de energia consciencial, imantação do objeto alvo, raridade por tratar-se de grandioso dispêndio de energia.

Os Médiuns Telecinéticos:
Dentro do ESPIRITISMO encontramos os relatos dos médiuns de efeitos físicos são particularmente aptos a produzir fenômenos materiais, como os movimentos dos corpos inertes, ou ruídos, etc. Podem dividir-se em:
·   médiuns facultativos.
·   médiuns involuntários.
São os médiuns dotados de faculdade capaz de produzir efeitos materiais ostensivos. Seus trabalhos têm a finalidade de chamar a atenção da incredulidade humana para a existência dos Espíritos e do mundo invisível. Produzem fenômenos materiais, tais como:
movimento de corpos inertes, ruídos, voz direta, curas fenomênicas, transportes etc.

Os médiuns de efeitos físicos podem ser divididos em dois grupos:
os facultativos, que têm consciência dos fenômenos que produzem; e os involuntários, ou naturais, que não possuem consciência de suas faculdades e são usados pelos Espíritos para promoverem manifestações sem que o saibam. 






04.08 - TELEPORTAÇÃO:
 
Fenômeno de transportar objetos físico pelo plano astral, fazendo-o desaparecer fisicamente num lugar e aparecer no outro, nestes casos existe um aumento vibracional molecular . Efeito de extrema raridade.




04.09 - PRECOGNIÇÃO:
 
As premonições são relatadas ao longo dos séculos, esse fenômeno já aconteceu com quase todas as pessoas, através de sonhos, pressentimentos, mas quando aguçado pode ser acionado voluntariamente. É a captação de ondas refinadas de alta vibração da quarta e quinta dimensão.
Pré-cognição segundo a doutrina espírita é a visão de um fato que ocorrerá num futuro próximo ou remoto.

É a clarividência no tempo onde algumas pessoas possuem a faculdade de se colocar numa espécie de “ângulo temporal”, isto é, em um momento entre dois acontecimentos onde sua percepção pode abarcar o que ainda ocorrerá em nosso futuro, lembrando que no plano espiritual o conceito de tempo é diferente.

As causas passadas ou presentes projetam, no futuro, seus efeitos, aos quais permanecem ligadas, de forma que, colocando o vidente fora dessa linha de ligação entre dois pontos, pode abrangê-los de extremo a extremo. É também chamada de premonição ou pré-ciência.

NARRATIVAS DE PRECOGNIÇÃO PROVAVELMENTE ESTÃO PRESENTES EM TODOS OS POVOS, em todas as épocas. O conhecimento direto do futuro é o mais intrigante dentre os fenômenos paranormais.

Se pararmos para pensar um pouco, parece absurdo que a precognição exista. É como se tivéssemos consciência ou memória do futuro. Convenhamos, é algo verdadeiramente muito estranho. Não é à toa que alguns autodenominados céticos insistam em negar sua existência. Diante de casos espontâneos, por mais espetaculares que sejam, a interpretação é sempre a mesma: afirma-se o acaso ou coincidência.

É bom lembrar que ser cético é obrigação de todo cientista, e que ser dogmático não combina com ciência. Muitas vezes, se instaura um impasse praticamente insuperável com relação à explicação dos casos espontâneos. Para superar isso, parapsicólogos propuseram metodologia experimental para testar a existência ou não da precognição.

Os casos espontâneos de precognição – assim como outros eventos relacionados à fenomenologia parapsicológica – têm muita importância para o experimentador, pois é a partir da natureza e de características do evento espontâneo que os experimentos de laboratório vão ser criados. Os casos espontâneos são a razão da existência dos experimentos parapsicológicos e, ao mesmo tempo, inspiram os experimentos.

Vamos dar um salto no tempo para retomarmos o assunto precognição. Em 1952, o dr. Wilhelm H. C. Tenhaeff (1894-1981), na época professor de parapsicologia na Universidade de Utrecht, fez 150 experiências qualitativas com Gerard Croisset, usando o método da “cadeira vazia”. O número de acertos foi grande, e alguns são impressionantes.

Em 17 de janeiro de 1952, num salão no qual deveria se realizar uma reunião no dia 20 (portanto, três dias depois), foi escolhida aleatoriamente a cadeira de número 18, e se perguntou a Croisset quem iria sentar-se naquele lugar. Depois de alguns instantes, Croisset disse que não recebia qualquer impressão, e pediu que lhe fosse indicada outra cadeira. O dr. Tanhaeff assim o fez, e Croisset afirmou que nessa outra cadeira se sentaria uma senhora com cicatrizes no rosto, conseqüência de um acidente automobilístico durante uma temporada na Itália. Mencionou ainda que havia alguma coisa que relacionava a senhora com a “sonata ao luar” (sonata al chiaro di luna).

No dia 20 de janeiro, verificou-se que, dos 28 convidados para a reunião, só compareceram 27, e que precisamente o assento 18 ficou desocupado. No outro lugar que havia sido indicado por Croisset sentou-se a esposa de um médico. Ela tinha cicatrizes na face, resultantes de um acidente automobilístico durante férias na Itália. Posteriormente, o marido afirmou que, de fato, a “sonata ao luar” incomodava muito a senhora, porque se associava a uma questão íntima da vida dela.





04.10 - RETROCOGNIÇÃO:
 
Processo inverso, receber ondas de acontecimentos passados EXTERNOS , dos registros akásicos. Retrocognição, também conhecida como regressão de memória ou regressão a vidas passadas MEMÓRIA INTERNA, seria um fenômeno parapsíquico espontâneo ou induzido no qual o indivíduo lembraria espontaneamente de lugares, fatos ou pessoas relativos a experiências passadas, sejam elas vidas ou períodos entre vidas.

Através das diferentes técnicas de regressão pode-se acessar fatos ocorridos durante a vida adulta, a adolescência, a infância, o nascimento, a vida intra-uterina, e até mesmo experiências ocorridas em outras vivências que ainda afetam o dia-a-dia.


 

04.11 - RADIESTESIA:

Radiestesia é uma ciência muito antiga e se constitui na capacidade que algumas pessoas possuem de perceber e sentir, de detectar e qualificar com instrumentos, ou sem eles, as   energias geradas e irradiadas pelos seres, pelas coisas e pela Terra.
 
Um radiestesista atua com sua sensibilidade para captar informações das energias da Terra e saber se estas são as maiores responsáveis pelas doenças, limitações e desarmonias. Todas as pessoas tem sensibilidade às irradiações das energias, podemos assim classifica-las:
 
·   Algumas raras pessoas possuem um alto grau de sensibilidade para captar informações corretas das irradiações de energia, com ajuda ou não, de instrumentos: são os Radiestesistas natos.
 
·   Algumas pessoas com uma maior sensibilidade podem desenvolver a capacidade de perceber e captar as irradiações e as suas influências.
 
·   As outras pessoas mesmo sentindo bem estar ou mal estar provenientes das irradiações, não conseguem desenvolver a sensibilidade da percepção para formular diagnósticos destas energias.
 
Existem vários instrumentos que são sensíveis às radiações, muitos deles milenares:
 
·   Os pêndulos, as varetas e as forquilhas.
 
·   E as versões atuais dos anteriores: o dual road e o aura meter.
 
Hoje em dia dispomos de avançados e precisos instrumentos de medição que detectam e quantificam estas irradiações, como contadores Geiger ou Kombi-test. Outros tão complexos, somente são acessíveis aos centros de pesquisa subvencionados por fundos internacionais. 




04.12 - SEXTO SENTIDO (INTUIÇÃO):

O PRESSENTIMENTO, é um poder menor dentro dos poderes extra-sensoriais, mas inexplicáveis para a ciência, sendo explicado como coincidência ou simplesmente intuição baseada na capacidade de defesa.
"Intiuição e sexto sentido são quase sinônimos. Pode-se dizer que a intuição faz parte do sexto sentido, que inclui também premonição (capacidade de ver imagens do tempo futuro) ou mesmo a percepção de planos invisíveis ao olhar comum (vidência).
"Quando um avião está em vôo, fica 95% do tempo fora da rota. O que o comandante faz é ir ajustando e corrigindo a direção da aeronave, conforme o plano de vôo. Nós também temos uma rota, um plano para essa vida. A intuição é o primeiro sinal que surge para apontar o caminho que está mais de acordo com nosso destino".
Para ouvir melhor esses sinais, é preciso tranqüilizar a mente, recolher os sentidos.
Temos muitas vozes internas, que abafam nossa intuição. É preciso ficar em silêncio para reconhecer nossa voz interior, sintonizá-la com nitidez. Meditação e momentos para ficar sozinho e em silêncio ajudam muito.

Mas existem outras técnicas. Uma delas é colocar em agendas ou no computador tudo o que nos preocupa. É como ter um arquivo fora da mente, que fica mais livre e vazia. Assim podemos seguir com mais facilidade os caminhos sugeridos pela intuição _ o verdadeiro nome da nossa sabedoria interior".

Por Adri Alves

  FONTE:  http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/esp4.htm
Fontes:

>> A Clarividência – C.W Leadbeather – Editora Pensamento.

>> Paul Clement Jagot -A influência a Distância - Curso Prático de Telepatia.

>> Harold Sherman - Como Aproveitar a percepção Extra Sensorial.

>> Aldous Huxley - Terceiro Olho.

>> Blavatski - A Doutrina Secreta.

>> Revista Planeta nº 3 - PARAPSICOLOGIA

>> Almanaque Planeta - Jogos Parapsicológicos.

>> Wikipédia

FONTE:  http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/esp4.htm
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