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sábado

MEDIUNIDADE CONSCIENTE E INCONSCIENTE


Já ensinava André Luiz, na psicofonia o processo mediúnico se dá “sem necessidade de ligação da corrente nervosa do cérebro mediúnico à mente que o ocupa.”. Do ponto de vista vibratório a alma do médium estaria mais livre, daí resultando o desligamento do córtex cerebral e a subtração da memória física.
Todavia, deve-se raciocinar que o médium, exceto em casos de obsessão ou aturdimento por outras causas, está consciente em espírito, arquivando a experiência daquela hora em sua memória profunda. Por isto mesmo é responsável pelo que mediunicamente produz.

Já na postagem abaixo observemos:


Mediunidade Consciente e Inconsciente

Existe mediunidade inconsciente?

Divaldo (Médium Espírita renomado) Responde – Sem dúvida. Kardec classificava os médiuns, genericamente, em dois tipos: Seguros e Inseguros.
Dentro dessa classificação, os seguros são aqueles que filtram com fidelidade a mensagem, aqueles que são automáticos, sonambúlicos, inconscientes portanto, por meio dos quais o fenômeno ocorre dentro de um clima de profundidade, sem que a consciência atual tome conhecimento.
Podem ser os médiuns conscientes, semiconscientes e inconscientes. Quanto às suas aptidões e qualidades morais, eles têm vasta classificação.

Tem o médium inconsciente responsabilidade pelo que ocorra durante as comunicações?
Divaldo Responde – O fenômeno é sonambúlico, mas a comunicação está relacionada com a conduta moral do médium. Este é sempre responsável pelas ocorrências, assim como em muitas obsessões, quando o indivíduo entra numa faixa de subjugação e perde a consciência, ele parece não ser responsável pelo que se passa; no entanto, o é por haver sintonizado com aquele espírito que o dominou temporariamente. Está no Evangelho de Jesus o assunto colocado de uma maneira brilhante pelo Mestre quando diz aos recém liberados: "Vai e não tornes a pecar, para que te não aconteça algo pior".
Porque o indivíduo que não se modifica permanece numa faixa vibratória negativa e sintoniza com as entidades mais inditosas, portanto, semelhantes.
Colocando-nos no plano da mediunidade, a nossa vivência moral digna interdita o intercâmbio com as entidades frívolas.
As entidades malévolas dificilmente se adentram na Casa Espírita que tem um padrão vibratório nobre, porque as defesas impedem que tais espíritos rompam as barreiras magnéticas. *(LERAM? AS DEFESAS! OS GUARDIÕES.  Eles estão presentes aqui na Terra para manter o Equilíbrio e Segurança que a Lei Maior determinar. queiram ou não alguns Irmãos Espíritas.) Mas, a pessoa que se adentra sem o perseguidor deverá reformar-se enquanto está no ambiente espiritual. O que ocorre então? Tal indivíduo, ao invés de acompanhar o doutrinador, de observar e meditar a respeito das lições que lhe são ministradas, por uma viciação mental continua com os mesmos clichês que trouxe lá de fora, ficando dentro do Centro, porém ligado aos espíritos com os quais se afina, mantendo vinculação hipnótica, telepática.
Há pessoas que não conseguem orar, e, quando vão orar, ocorrem-lhes pensamentos de teor vibratório muito baixo. Na hora da prece são assistidas essas pessoas por lembranças de coisas desagradáveis vulgares, sensuais, e não sabem compreender como isso lhes sucede. É resultado de hábito mental.
Se nós, a vida inteira, jogamos para o inconsciente ideias depressivas, vulgaridades, criamos ideoplastias perniciosas. A nossa memória anterior ou subconsciente fica encharcada daquelas fixações. Na hora em que vamos exercitar um pensamento ao qual não estamos habituados, é lógico que, primeiro, aflorem os que são frequentes. Ilustraremos melhor: Imaginemos aqui um vaso comunicante em forma de letra "U" De repente vamos orar ou sintonizar com os espíritos nobres. Pelo superconsciente vem a ideia, passa pelo consciente e desce ao inconsciente. Ao passar por ali recebe o enxerto das ideias arquivadas e chega novamente à razão, influenciada pela mescla do que está em depósito. Se pegamos um vaso que está com fuligem, com poeira e colocamos água limpa, ela entra cristalina, porém sai suja, até que, se perseverarmos e continuarmos colocando água limpa, ela irá assear aquele depósito e sairá, por fim, como entrou. É necessário, então, porfiar na ideia, insistir nos planos positivos, permanecer nos pensamentos superiores.
Somos sempre responsáveis por quaisquer comunicações, desde que somos o fator que atrai a entidade que se vai apresentar, graças às nossas vibrações e conduta intelecto-moral.
 
De que dispõe o médium psicofônico consciente para distinguir seu pensamento do pensamento da entidade comunicante?

Divaldo Responde – O médium consciente dispõe do bom senso. Eis porque, antes de exercitar a mediunidade deve estudá-la; antes de entregar-se ao ministério da vivência mediúnica é-lhe lícito entender o próprio mecanismo do fenômeno mediúnico. Allan Kardec, aliás, sábio por excelência, teve a inspiração ditosa de primeiro oferecer à Humanidade O Livro dos Espíritos, que é um tratado de filosofia moral. Logo depois, O Livro dos Médiuns, que é um compêndio de metodologia do exercício da faculdade mediúnica. Há de ver-se, no capítulo 3º, que é dedicado ao método, sobre a necessidade de o indivíduo conhecer a função que vai disciplinar. Então o médium tem conhecimento de suas próprias aptidões e de sua capacidade de exercitá-las.
Na mediunidade consciente ou lúcida o fenômeno é, a princípio, "inspirativo".
Naturalmente os espíritos se utilizam do nível cultural do médium, o mesmo ocorrendo nas demais expressões mediúnicas: na semiconsciente e na inconsciente ou sonambúlica. O médium, no começo, terá que vencer o constrangimento da dúvida, em cujo período ele não tem maior certeza se a ocorrência parte do seu inconsciente, dos arquivos da memória anterior, ou se provém da indução de natureza extrínseca. Através do exercício, ele adquirirá um conhecimento de tal maneira equilibrado que poderá identificar quando se trata de si próprio – animismo ou de interferência espiritual – mediunismo. Através da lei dos fluidos, pelas sensações que o médium registra, durante a influência que o envolve, passa a identificar qual a entidade que dele se acerca. A partir daí, se oferece numa entrega tranquila, e o espírito que o conduz inspira-o além da sua própria capacidade dando leveza às suas ideias habituais, oferecendo-lhe a possibilidade de síntese que não lhe é comum, canalizando ideias às quais não está acostumado e que ocorrem somente naquele instante da concentração mediúnica. Só o tempo, porém, pelo exercício continuado, oferecerá a lucidez, a segurança para discernir quando se trata de informação dos seus próprios arquivos ou da interferência dos bons Espíritos.

Fonte:http://mediunidadecomseriedade.blogspot.com/2011/02/mediunidade-consciente-e-inconsciente.html - Fonte :Material retirado do Livro : Diretrizes de Segurança por Divaldo P. Franco e Raul Teixeira


*  JÁ EM MINHA OPINIÃO, EU MÉDIUM QUE  DIRIJO A INSTITUIÇÃO UMBANDISTA  "CONGÁ SAGRADO PAI SERAFIM DO CONGO, CACIQUE PENA BRANCA e OGUM DE RONDA",  COM EXPERIÊNCIA MEDIÚNICA  DESDE 1985, NASCIDO NA UMBANDA E NO KARDECISMO, COM PASSAGEM POR VÁRIAS CASAS UMBANDISTAS E ESPÍRITAS,  SOU TAXATIVO:  EXISTEM MÉDIUNS CONSCIENTES, OUTROS POR FORÇA DE MUITO RELAXAMENTO, OU USO DE ÁLCOOL PODEM FICAR SEMI-CONSCIENTES, MAS OS INCONSCIENTES.....NA MINHA PARTICULAR OPINIÃO SÃO RARíSSIMAS EXCEÇÕES, PODE SER QUE POR SENTIREM-SE INSEGUROS, DESPREPARADOS OPTAM POR FINGIR INCONSCIÊNCIA.   E A MENTIRA SEMPRE VAI SER PERCEBIDA COM O TEMPO, POR AQUELES QUE ACOMPANHAM OS TRABALHOS. 
UM MÉDIUM ESTAR BEM IRRADIADO E DECODIFICANDO A MANIFESTAÇÃO DA ENTIDADE É BEM DIFERENTE QUE ESTAR INCONSCIENTE. 
NADA COMO A RESPONSABILIDADE, VERDADE, TRANSPARÊNCIA.   SE O MÉDIUM NÃO TEM CONDIÇÕES DE TRANSMITIR UMA INFORMAÇÃO POR TANTOS POSSÍVEIS MOTIVOS, NUNCA...VOU REPETIR: NUNCA! DEVE PROMETER, INFORMAR, JULGAR PELA ENTIDADE.   COMO SEMPRE DIGO NÃO LEVANTO BANDEIRA PARA PESSOAS, LEVANTO BANDEIRA PARA DEUS E MINHA MISSÃO É DOAR AMOR E ENERGIA MAIS PURA QUE CONSIGA  PARA A ENTIDADE MANIPULAR E FAZER O SEU TRABALHO, CUJO RESULTADO, POR MUITAS E MUITAS VEZES NÃO VOU TER CONHECIMENTO, NÃO VOU VER, NEM SENTIR. POIS A NÓS AQUI  NA TERRA, NÃO CABEM CERTOS CONHECIMENTOS DAS COISAS DO ALTO OU DA LEI MAIOR.   Isaias Pintto Hernanndes - Sacerdote

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